Da ideia ao software: o que construir antes de contratar desenvolvimento
Para empresários, especialistas e founders não técnicos que têm uma ideia de software e precisam tomar as decisões certas antes de começar a gastar.
Uma situação que talvez você conheça
Você teve uma boa ideia. Conversou com um programador e ele falou R$ 30 mil. Outro falou R$ 80 mil. Uma software house falou R$ 200 mil.
E todos fizeram a mesma pergunta: "o que exatamente o sistema precisa fazer?".
A resposta foi: "então... é meio que um Uber, só que diferente".
Uma ideia de software ainda não é um projeto de software.
Você está passando por isso?
Você tem uma ideia de software ou identificou uma oportunidade dentro da sua empresa, mas ainda não sabe o que precisa ser desenvolvido, o que entra no MVP, qual tecnologia usar, que time contratar nem como comparar propostas. O risco é gastar muito construindo o que não era necessário.
- As propostas que você recebeu variam de R$ 30 mil a R$ 200 mil e você não sabe por quê
- Não está claro o que é essencial e o que pode ficar para depois
- Falta vocabulário técnico para avaliar quem está te vendendo
- Existe medo de ficar dependente de um único fornecedor
- Não há como estimar custo de operação depois que o software existir
- A ideia ainda muda de forma toda vez que você a explica
O que acontece se nada mudar
- O projeto começa e o escopo cresce, e com ele o orçamento
- Funcionalidades caras são construídas antes de alguém validar se são usadas
- Decisões técnicas erradas só aparecem quando o custo de voltar já é alto
- Você fica preso a um fornecedor que é o único que entende o que foi feito
- O lançamento atrasa e a oportunidade de mercado passa
O que eu te entrego
Eu transformo sua ideia num plano claro de produto e tecnologia, antes de você começar a gastar. Definimos problema, usuário, funcionalidades, escopo do MVP, arquitetura, banco de dados, integrações, uso de IA, infraestrutura, segurança, custo estimado e estrutura de equipe.
Ao final, você recebe
- Definição do problema e de quem exatamente vai usar
- Lista de funcionalidades priorizada, com o corte do MVP
- O que NÃO deve ser desenvolvido agora — e por quê
- Arquitetura proposta, banco de dados e integrações necessárias
- Onde IA faz sentido no produto, e onde é só custo
- Estimativa de esforço e de custo de desenvolvimento e de operação
- Estrutura de equipe necessária e ordem das etapas
- Blueprint do Produto: o documento que permite contratar e comparar propostas
Como funciona
- 01
Entendimento do negócio
Antes da tecnologia, o problema. Quem é o usuário, o que ele faz hoje sem o software e o que precisa acontecer para a solução valer o investimento.
- 02
Definição de escopo
Levantamos tudo o que a ideia poderia ser e cortamos até sobrar o que precisa existir para o produto ser útil na primeira versão.
- 03
Decisões técnicas
Arquitetura, banco, integrações, infraestrutura, segurança e uso de IA. Cada escolha explicada em linguagem que você consegue defender numa reunião.
- 04
Estimativa
Esforço, custo de construção, custo de operar depois e o tamanho de time necessário para cada cenário.
- 05
Blueprint do produto
O documento final, detalhado o suficiente para você contratar desenvolvedores, conversar com software house e comparar propostas em pé de igualdade.
Onde esse investimento retorna
- Reduz: Investimento desperdiçado
- Reduz: Retrabalho
- Reduz: Tempo até o lançamento
- Aumenta: Segurança nas decisões
Boa parte do retorno é dinheiro não gasto
Funcionalidade que não entra no MVP é orçamento que não é comprometido antes da validação. Cortar escopo cedo é a economia mais barata do projeto.
Propostas comparáveis
Com um escopo escrito, três fornecedores passam a orçar a mesma coisa. Sem ele, a variação de preço é variação de interpretação.
Menos mudança de escopo
Decisão tomada no papel custa uma conversa. A mesma decisão tomada no meio do desenvolvimento custa sprint.
Menos dependência técnica
Documentação de arquitetura e de decisões faz com que trocar de fornecedor deixe de ser um recomeço.
Um caso real
Mais de 15 softwares levados ao mercado
Já desenvolvi mais de 15 softwares que chegaram ao mercado, no setor público e no privado: sistemas de fiscalização, produtos de Inteligência Artificial, reconhecimento facial embarcado em drones e a plataforma de controle epidemiológico usada no acompanhamento da COVID-19. Em todos eles a parte mais decisiva veio antes da primeira linha de código: decidir o que precisava existir na primeira versão e o que não podia esperar. É esse exercício que eu faço aqui com a sua ideia.
Perguntas frequentes
Você desenvolve o software depois?
Posso, mas o pacote não depende disso e é desenhado justamente para você não ficar preso a mim. O Blueprint serve para contratar qualquer fornecedor, montar time interno ou desenvolver com quem você já tem.
Quanto custa desenvolver meu software?
Essa é a pergunta que costuma vir primeiro, e ela só tem resposta depois de outra: o que exatamente precisa ser desenvolvido. Ao final deste trabalho você tem uma estimativa fundamentada, em vez de três orçamentos que variam de R$ 30 mil a R$ 200 mil sem explicação.
Preciso entender de tecnologia para participar?
Não. O trabalho é desenhado para founder e empresário não técnico: as decisões são explicadas em linguagem de negócio, com o custo e o risco de cada opção.
E se eu já tiver contratado uma software house?
Ainda faz sentido, e às vezes mais. Ter escopo, arquitetura e critérios definidos do seu lado muda a relação com o fornecedor e reduz a chance de o projeto crescer sem controle.
Eu ajudo você a tomar as decisões certas antes de começar a gastar dinheiro desenvolvendo.
Me conte o seu cenário. A primeira conversa serve para entender o problema e checar se eu sou mesmo a pessoa certa para ele.